

EU SOU LUIZ, MAS PODE ME CHAMAR POR MOTTA
Comecei cedo, aos 14 anos, aprendendo na marra (e com muitas horas de tutoriais no YouTube). Trabalhei como assistente de produção sem saber absolutamente nada sobre fotografia ou vídeo, passei por muito perrengue e, no processo, entendi que só a técnica não bastava.
Aos 18, já estava um pouco mais experiente, fotografando, filmando e editando. Tomei uma decisão e fui estudar cinema na Hollywood Film Academy (na filial brasileira). Mergulhei na linguagem que me moldou: narrativa, ritmo e estética. Aprendi rápido que apenas saber fazer imagem bonita com som bom não seria suficiente. Não para o que eu queria!
Uma vez, assistindo a um comercial na TV durante a Copa do Mundo, fiquei me questionando: como era possível um simples comercial despertar em mim a vontade de tomar um refrigerante? Eu pensava e me perguntava como isso acontece, por que isso acontece e, principalmente... como fazer isso.
Eu era apaixonado por cinema, sonhava em ser um grande diretor, mas o fato de despertar o desejo nas pessoas por um produto, evento ou serviço era quase como fazer mágica para mim. Eu tinha aprendido muito na escola dos eventos sociais, como casamentos, festas de debutantes, festas e festivais de música. Dos 14 aos 18, eu aprendi a contar histórias e emocionar pessoas. Dos 18 em diante, eu queria aprender a monetizar essas emoções que eu despertava nos meus vídeos.
Era preciso entender quem vende, quem compra, por que compra ou vende e quem eram essas pessoas. Passei a estudar comunicação, copywriting, distribuição e tecnologia. Vi a explosão da bolha do marketing digital de perto e, desde 2020, acompanho de perto a aplicação de IA nos fluxos de produção e otimização. Durante a pandemia, inclusive, vi que ser apenas um filmmaker não seria mais suficiente. Eu tinha que fazer mais e melhor.
Hoje meu trabalho consiste desde dirijir uma cena a montar um funil que gera receita. Eu treino um porta-voz sem intimidade com a câmera. Eu transformo vídeo em ativo comercial. Trabalhei com marcas grandes, dirigi programas de TV, eventos e formadores de opinião.
Meus clientes faturam alto e me chamam quando precisam de resultado e, geralmente, em pouco tempo. Minha função hoje é resolver o problemas audiovisuais. Os problemas existentes, os eminentes e principalmente aqueles que ainda não estão tão visíveis ou óbvios. Anos de estrada me deram essa skill.
Se quiser entender melhor a metodologia do meu trabalho, clique aqui.
